Municípios

Mateiros

Localizada na região leste do Estado do Tocantins, a cidade de Mateiros, a 310 km da capital, Palmas, é referência na produção do artesanato em capim dourado. É na zona rural do município que está localizado o Povoado Mumbuca, comunidade remanescente de quilombo onde se originou a produção das peças com esta matéria-prima.

A cidade recebeu este nome em função da grande quantidade de veados mateiros encontrados na região.

Visitar Mateiros é uma oportunidade de se deparar com cenários cinematográficos, passeando por lugares como as trilhas e mirantes da Serra do Espírito Santo; vislumbrar as inigualáveis Dunas em tons dourados e alaranjados; tentar afundar, sem sucesso, em vários fervedouros; além de renovar as energias com um banho nas águas cristalinas, verde-esmeralda, da Cachoeira do Formiga. Ainda em Mateiros, não deixe de visitar a bela e majestosa Cachoeira da Velha, assim como a Prainha do Rio Novo.

Rio da Conceição

Rio da Conceição é um município brasileiro do estado do Tocantins. Localiza-se a uma latitude 11º24’01” sul e a uma longitude 46º53’00” oeste, estando a uma altitude de 496 metros. Sua população estimada em 2009 era de 1 530 habitantes. Possui uma área de 761,211 km². Rio da Conceição se localiza a 25 km ao norte de Dianópolis.

O município foi criado em 20 de fevereiro de 1991, em local antes conhecido como Rio das Éguas e habitado por índios Xerente

Considerada como “O Portal do Jalapão” Faz parte do Parque Estadual das Serras Gerais é cercada de cachoeiras e rios, contrastando com a paisagem do cerrado.

A cidade é cortada pelo rio Manuel Alves, o qual monta belíssimas paisagens, logo na entrada da cidade.

Atrativos: Serra Geral, Cataratas dos Pilões, Cachoeira do Cavalo Queimado, Cachoeira do Cipó Grosso, Lagoa da Serra, Lagoa Feia, Barra da Pedra, cachoeira do valquemtem e Balneário da Conceição.

Festas populares: Natal, Folia de Reis, Folia do Divino, festas juninas, aniversário da cidade e festa de Nossa Senhora da Conceição.

 

São Félix do Tocantins

O município de São Félix do Tocantins está localizado a 263 km de Palmas, capital do Tocantins. O povoamento do município se iniciou com migrantes nordestinos vindos principalmente do Piauí, Maranhão e Bahia, surgindo como arraial em 1736.

Geograficamente é o mais central do Jalapão, limitando-se ao Norte com o município de Lizarda, ao Sul com Mateiros, a Oeste com Novo Acordo e a leste com o Estado do Maranhão.

São Félix sedia o Monumento Natural Canyons e Corredeiras do Rio Sono (MONACC), primeira unidade de conservação municipal de proteção integral. No município você pode conferir atrativos incríveis e praticar o rafting no Rio Novo, modalidade que cresce a cada dia na região.  Entre os atrativos, estão a Praia do Alecrim, o  Fervedouro do Alecrim, a Cachoeira da Jalapinha, a Serra da Catedral e o Povoado do Prata.

Aspectos Históricos

O povoamento de São Félix do Tocantins surgiu com a migração de nordestinos oriundos, principalmente, do Sul do Piauí, Sul do Maranhão e Oeste da Bahia. Em 1982, Hamilton da Silva Garcêz, vereador em Novo Acordo, fundou o núcleo urbano que viria a se transformar na sede do Município, em terras da antiga fazenda de Lino Souza, primeiro morador que chegou à região em 1935. Algum tempo depois dele, o Dr. Rubinho Araújo Filho veio para a região e tornou-se um grande proprietário de terras. Também foram pioneiros de São Félix o Coronel Leobas e Noca Lira.

O povoado criado em torno de uma pequena capela, à margem esquerda do Ribeirão São Félix, foi emancipado através da Lei Estadual nº 251, de 20 de fevereiro de 1991, desmembrado do Município de Novo Acordo, passando a se constituir no município de São Félix do Tocantins. A primeira prefeita foi eleita no final de 1992 e empossada no dia 01 de Janeiro de 1993, data oficial da instalação do município.

Ponte Alta

Portal sul de entrada do Jalapão, Ponte Alta do Tocantins fica a 152 km de Palmas. O nome da cidade remete a uma árvore caída à margem do rio, usada como ponte para pedestres.

É aqui que está localizado um dos atrativos mais interessantes do Jalapão, o Cânion Sussuapara, com suas águas límpidas e cristalinas que descem por fendas entre os paredões de cerca de 12 m de altura. A 16 km do centro da cidade, uma boa pedida é apreciar o por do sol na Pedra Furada, um gigantesco conjunto de blocos areníticos esculpidos pelos ventos há milhões de anos.

Possui uma área de 10082,1 km2.

Ponte Alta nasceu por causa do rio que lhe dá o nome; foi por causa dessas águas que a cidade nasceu à sua margem esquerda. O nome do rio surgiu da necessidade de travessia dos viajantes nordestinos que “ambulavam” para Natividade, Almas e outras cidades de Goiás (maio/junho chegavam com mercadoria e no começo do inverno voltavam com boiadas para o nordeste); mas que encontravam dificuldade, pois não existiam barcos, pontes ou moradores nas margens do mesmo, apenas uma grande árvore caída que o atravessava de um lado ao outro e que possibilitava o trânsito das pessoas. Como era uma “pinguela” muito alta, ficou conhecida como ponto de referência, “ponte alta”, derivando daí o nome do rio e posteriormente do município.

O local demonstrava boas matas de cultura, campos e clima ameno o que atraiu pessoas para essa região. Foi o caso do primeiro morador, o Sr Pedro Lucas, um canoeiro, pescador conhecido por Pedro Taca que vivia no local com a família.

A ocupação aconteceu, principalmente, pela migração do sul do Piauí, do Maranhão e Bahia no final do século XIX.

Novo Acordo

As águas cristalinas do Rio Sono com suas corredeiras ideais para prática de rafiting, também passam por Novo acordo, cidade localizada a 116 km de Palmas. Aqui, os visitantes também podem desfrutas das belezas da Praia do Borges e se encantar com  a Morro do Gorgulho, um conjunto de formações rochosas avermelhadas, cujo formato é resultado da ação do vento e das águas ao longo de vários anos. 

Santa Tereza

Santa Teresa é uma cidade de Estado do Espírito Santo. Os habitantes se chamam teresenses.
O município se estende por 694,5 km² e contava com 23 590 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 34 habitantes por km² no território do município.
Vizinho dos municípios de Santa Maria de JetibáSão Roque do Canaã e Fundão, Santa Teresa se situa a 19 km ao Norte-Leste de Santa Maria de Jetibá a maior cidade nos arredores.
Situado a 682 metros de altitude, de Santa Teresa tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 19° 55′ 53” Sul, Longitude: 40° 35′ 43” Oeste.
Santa Teresa é o lar do Parque Natural Municipal Goiapaba-Açu.
O prefeito de Santa Teresa se chama KLEBER MEDICI DA COSTA.                                                

Município cercado pelas montanhas da região serrana do estado é um dos mais importantes destinos turísticos do Espírito Santo. Cultura marcante, meio ambiente preservado, clima agradável e gastronomia são os principais atrativos de Santa Teresa.

Com cerca de 40% de seu território coberto por Mata Atlântica preservada, destaca-se por ter uma das mais exuberantes biodiversidades do mundo. Recentemente, por meio da Lei 226/2012, se tornou a Capital Estadual do Jazz e do Blues e é também conhecida como Terra dos beija-flores, das orquídeas e de Augusto Ruschi, Patrono da Ecologia no Brasil.

O município de Santa Teresa é o maior produtor de uva e vinho do Espírito Santo, representando 80% da produção estadual. Berço da colonização italiana no Brasil, teve sua história iniciada em 1874.

Segundo o sociólogo italiano Renzo M. Grosselli, a Expedição de Pietro Tabacchi, foi o primeiro caso de partida em massa de imigrantes da região norte da Itália para o Brasil. A primeira viagem de imigrantes aconteceu no dia 3 de janeiro de 1874 do Porto de Gênova, em um navio a vela, o “La Sofia”, na expedição Tabacchi, e a segunda pelo “Rivadávia”, ambos de bandeira francesa. O “La Sofia” chegou ao Brasil em 17/02/1874, com 386 famílias para as terras de Pietro Tabacchi, em Santa Cruz.

Contudo, oficialmente, a imigração teve início no Brasil com a chegada do navio “Rivadávia”, que aportou em 31 de maio de 1875, com 150 famílias italianas, encaminhadas para Santa Leopoldina, dentre as quais 60 famílias seguiram para Timbuí, onde no dia 26 de junho de 1875 foram contempladas com lotes territoriais, fundando assim Santa Teresa, denominada então, a primeira cidade de Colonização italiana do Brasil.

Consta que uma devota, no início da colonização, possuía um quadro de Santa Teresa de Ávila, em torno do qual os moradores se reuniam para rezar à hora do Angelus. Embora haja outras hipóteses, esta é a mais aceita pelos locais para explicar a origem do nome Santa Teresa.

As correntes migratórias provenientes da Itália continuaram e, em 1877 chegaram os primeiros alemães, suíços e poloneses. Os colonos se dedicaram à agricultura, tendo de início, além da cultura do café e cereais, realizado algumas experiências bem sucedidas, semelhantes às culturas do Trentino, tais como a videira e o bicho da seda.

A pequena Vila rapidamente se desenvolveu e já em 1891 foi criado e instalado o Município de Santa Teresa. Em 1895 foram criadas a Comarca e a Paróquia. Em 1995 foi desmembrado o Distrito de São Roque do Canaã, dando origem a um novo Município.

26 de junho

“Data do Reconhecimento do Município de Santa Teresa como Pioneiro da Imigração Italiana no Brasil”.

Em 17 de fevereiro de 1874 chegava ao porto de Vitoria o navio “La Sofia”, conduzindo 388 imigrantes italianos. Eles foram contratados por Pietro Tabacchi, que possuía a fazenda “Monte das Palmas”, em Santa Cruz. O empreendimento, porém, não prosperou, provocando descontentamentos e revoltas. Um grupo seguiu para colônias oficiais da Região Sul enquanto outros aceitaram a proposta do Governo do Espírito Santo para se instalar na “Colônia Imperial de Santa Leopoldina”, sendo direcionados ao Núcleo de Timbuhy, no atual município de Santa Teresa.

No acervo do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), existem centenas de documentos que testemunham esse importante fato histórico. Dentre eles, está um ofício que mostra a existência de imigrantes na localidade em outubro de 1874. Trata-se de um pedido de ressarcimento feito pelo colono Francesco Merlo encaminhado no dia 28 de outubro de 1874 ao Presidente da Província. Francesco solicita do governo a restituição dos gastos que teve com a passagem da Itália à Colônia de Nova Trento, no valor de 122 fiorins, pelo fato de não ter sido reembolsado pelo contratante. Com base neste documento foi publicada a Lei 13.617, de 11 de janeiro de 2017, que reconhece, oficialmente, a cidade de Santa Teresa como a pioneira da imigração italiana no Brasil.

Lagoa do Tocantins

Lagoa do Tocantins é Fundada no dia 5 de outubro de 1989 e instalado em 1° de janeiro de 1993, o município de Lagoa do Tocantins se localiza a 121 km da capital Palmas, na região leste do estado. Atual Prefeito do Município Raimundo Nonato Nestor. Localiza-se a uma latitude -10° 17′ 51.16″ sul e a uma longitude -47° 33′ 58.98″ oeste, estando a uma altitude de 0 metros. Sua população estimada em 2014 era de 3 957 habitantes. Cidade localizada 98 kms de capital Palmas.

Lizarda

  O Município de Lizarda está localizado na Região do Jalapão, leste do Estado. Sua sede está a altura de 600 metros acima do nível do mar, Conforme o Censo 2010, Lizarda possui uma área de 5.723,23 Km e população de 3.725 habitantes. Entre as diversas riquezas vegetais, destaca-se o coqueiro da praia, planta símbolo do município.

      Em 1824, veio do Estado do Piauí uma família sob a chefia de José Benedito da Silva, que saiu de sua terra natal à procura de regiões mais propícias para lavoura e criação de gado. Ele percorreu grande parte do Maranhão e ao entrar no território goiano, hoje Tocantins, gostou das terras que ali encontrou. Então, fundou uma fazenda que se deu o nome de Boa Sorte, onde seria sua nova morada.

         Mais tarde, dado o desenvolvimento de suas atividades, para ali afluíram outras famílias, tanto de outros estados quanto de lugares circunvizinhos, pessoas como José Dionísio de Sousa, que casou com sua única filha que se chamava Lizarda  Maria de Freitas e com ela teve dez filhos.

        Após algumas décadas, a fazenda foi tomando forma de povoado e continuou com o mesmo o mesmo nome até a elevação à vila. Tempos depois, o Governo Estadual fez a revisão territorial administrativa de Goiás e adotou a transferência do nome de Boa Sorte para Perotaba. Em homenagem à Dona Maria de Freitas, o nome foi transferido para Lizarda, conforme Decreto Estadual n°830-5 de 1943.

      Por ato do Governo do Estado, o Distrito de Lizarda ganhou faros de cidade e categoria de município com a Lei n°891, de 11 de novembro de 1953, época em que foi desmembrado do município de Pedro Afonso. Leônidas de Sousa Brito foi o primeiro Prefeito nomeado. Após a emancipação política, Lizarda melhorou bastante. Em 1957 foram construídos os trechos rodoviários que lhe davam acesso.

     Dona Lizarda, em vida, reuniu os filhos e pediu-lhes que uma parte de sua herança fosse aplicada na construção de uma capela sobre seu túmulo. O lugar de sua sepultura também foi escolhido por ela. José Pinto foi o construtor da obra. A Capela “Nossa Senhora da Conceição” construída em 1937, a pedido de dona Lizarda Maria de Freitas, é considerada patrimônio histórico do município.

  O Município de Lizarda está localizado na Região do Jalapão, leste do Estado. Sua sede está a altura de 600 metros acima do nível do mar, Conforme o Censo 2010, Lizarda possui uma área de 5.723,23 Km e população de 3.725 habitantes. Entre as diversas riquezas vegetais, destaca-se o coqueiro da praia, planta símbolo do município.

      Em 1824, veio do Estado do Piauí uma família sob a chefia de José Benedito da Silva, que saiu de sua terra natal à procura de regiões mais propícias para lavoura e criação de gado. Ele percorreu grande parte do Maranhão e ao entrar no território goiano, hoje Tocantins, gostou das terras que ali encontrou. Então, fundou uma fazenda que se deu o nome de Boa Sorte, onde seria sua nova morada.

         Mais tarde, dado o desenvolvimento de suas atividades, para ali afluíram outras famílias, tanto de outros estados quanto de lugares circunvizinhos, pessoas como José Dionísio de Sousa, que casou com sua única filha que se chamava Lizarda  Maria de Freitas e com ela teve dez filhos.

        Após algumas décadas, a fazenda foi tomando forma de povoado e continuou com o mesmo o mesmo nome até a elevação à vila. Tempos depois, o Governo Estadual fez a revisão territorial administrativa de Goiás e adotou a transferência do nome de Boa Sorte para Perotaba. Em homenagem à Dona Maria de Freitas, o nome foi transferido para Lizarda, conforme Decreto Estadual n°830-5 de 1943.

      Por ato do Governo do Estado, o Distrito de Lizarda ganhou faros de cidade e categoria de município com a Lei n°891, de 11 de novembro de 1953, época em que foi desmembrado do município de Pedro Afonso. Leônidas de Sousa Brito foi o primeiro Prefeito nomeado. Após a emancipação política, Lizarda melhorou bastante. Em 1957 foram construídos os trechos rodoviários que lhe davam acesso.

     Dona Lizarda, em vida, reuniu os filhos e pediu-lhes que uma parte de sua herança fosse aplicada na construção de uma capela sobre seu túmulo. O lugar de sua sepultura também foi escolhido por ela. José Pinto foi o construtor da obra. A Capela “Nossa Senhora da Conceição” construída em 1937, a pedido de dona Lizarda Maria de Freitas, é considerada patrimônio histórico do município.

  O Município de Lizarda está localizado na Região do Jalapão, leste do Estado. Sua sede está a altura de 600 metros acima do nível do mar, Conforme o Censo 2010, Lizarda possui uma área de 5.723,23 Km e população de 3.725 habitantes. Entre as diversas riquezas vegetais, destaca-se o coqueiro da praia, planta símbolo do município.

      Em 1824, veio do Estado do Piauí uma família sob a chefia de José Benedito da Silva, que saiu de sua terra natal à procura de regiões mais propícias para lavoura e criação de gado. Ele percorreu grande parte do Maranhão e ao entrar no território goiano, hoje Tocantins, gostou das terras que ali encontrou. Então, fundou uma fazenda que se deu o nome de Boa Sorte, onde seria sua nova morada.

         Mais tarde, dado o desenvolvimento de suas atividades, para ali afluíram outras famílias, tanto de outros estados quanto de lugares circunvizinhos, pessoas como José Dionísio de Sousa, que casou com sua única filha que se chamava Lizarda  Maria de Freitas e com ela teve dez filhos.

        Após algumas décadas, a fazenda foi tomando forma de povoado e continuou com o mesmo o mesmo nome até a elevação à vila. Tempos depois, o Governo Estadual fez a revisão territorial administrativa de Goiás e adotou a transferência do nome de Boa Sorte para Perotaba. Em homenagem à Dona Maria de Freitas, o nome foi transferido para Lizarda, conforme Decreto Estadual n°830-5 de 1943.

      Por ato do Governo do Estado, o Distrito de Lizarda ganhou faros de cidade e categoria de município com a Lei n°891, de 11 de novembro de 1953, época em que foi desmembrado do município de Pedro Afonso. Leônidas de Sousa Brito foi o primeiro Prefeito nomeado. Após a emancipação política, Lizarda melhorou bastante. Em 1957 foram construídos os trechos rodoviários que lhe davam acesso.

     Dona Lizarda, em vida, reuniu os filhos e pediu-lhes que uma parte de sua herança fosse aplicada na construção de uma capela sobre seu túmulo. O lugar de sua sepultura também foi escolhido por ela. José Pinto foi o construtor da obra. A Capela “Nossa Senhora da Conceição” construída em 1937, a pedido de dona Lizarda Maria de Freitas, é considerada patrimônio histórico do município.

Pindorama

Pindorama é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º11’09” Sul e a uma longitude 48º54’26” Oeste, estando a uma altitude de 527 metros. A cidade tem uma população de 15.039 habitantes (IBGE/2010). Pertence à Microrregião de Catanduva e à Mesorregião de São José do Rio Preto. Durante décadas, devido ao natural predomínio do transporte ferroviário, Pindorama foi conhecida como “A Pérola da Araraquarense”, dadas sua beleza arquitetônica e clima ameno. 

A história de Pindorama teve início em 1908, quando o comendador Ferdinando Massimiliano Motta adquiriu do coronel Firmino de Araújo Aguiar, então residente em Casa Branca, uma gleba à margem direita do ribeirão São Domingos. Sabe-se que a escritura da gleba adquirida por Ferdinando Motta foi lavrada no livro de notas 90, fls. 75, do Segundo Tabelião de Jaboticabal, em 15 de fevereiro de 1908, e registrada sob o número 14389, no livro de transcrição 50, no Registro de Imóveis daquela cidade, em 17 de fevereiro de 1908.

Ao chegar àquela que seria Pindorama, onde tudo era mata virgem, Ferdinando Motta encontrou, residindo na Fazenda Areia Branca, os irmãos Gonzaga (Francisco, Pedro e José), ou melhor, os “caboclos”, como eram conhecidos, os quais podem ser considerados os primeiros habitantes daquela pequena zona rural originária. Provavelmente, os irmãos Gonzaga eram descendentes de uma tribo indígena caingangue quase que completamente exterminada em 1864, quando tropas do Exército Imperial cruzaram a região com destino à recém-iniciada Guerra do Paraguai e, não se sabe bem o porque, entraram em confronto com os indígenas locais. Ao que sabe, a maioria dos poucos sobreviventes refugiou-se na região da antiga zona da mata paulista, território no qual hoje está situado o município de Tupã.

 
Escolha o Idioma »